domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Universidade I
As edições passadas, dos programas que formam a programação, poderão ser consultadas no blog http://ufprtv.wordpress.com/
Universidade 2
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Teste de audiência
O Teste de audiência é uma iniciativa dos cineastas Marcio Curi e Renato Barbieri.
A segunda sessão é na terça, 2 de março, as 19h30. Os ingressos poderão ser retirados no local, a partir das 18h00.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Sebá
“Brasileiros - De lá para cá, o que mudou na fotografia de surfe? S.R. - Houve duas mudanças drásticas. A primeira foi passar do foco manual pro autofocus, ou seja, o foco automático. Antes, você tinha de vir acompanhando o surfista, procurando o tempo todo o foco exato, com a mão na lente, até o final da onda. Quando saiu o autofocus, os fotógrafos que dominavam essa técnica, penso eu, até entraram em depressão, deitaram na cama e choraram. Depois disso, ficou mais fácil e todo o mundo passou a querer fotografar. Eu, sinceramente, cara, não era muito bom em fazer foco da areia, apesar de nunca ter precisado usar óculos, nem nada. Tinha dia que não achava o foco, cara. Acho que eu vinha pra praia e deixava o foco em casa (risos)”. Leia a entrevista toda.
Melhores filmes
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Científicas
Imagem: Russell Taylor, Briana K. Whitaker, and Briana L. Carstens, University of North Carolina at Chapel Hill190 nomes
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Registro das revoluções

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Relato de uma demissão
Foto:Emmanuel Pinheiro Com passagens como esta, sobre uma cobertura que fazia de uma visita da comitiva presidencial à Minas Gerais, o repórter fotográfico Emmanuel Pinheiro perdeu seu emprego no Jornal Estado de Minas, na semana passada.
O site Observatório de imprensa abriu espaço ao Repórter, para ele contar tudo. Leia
ESTADO DE MINAS
Sou fotojornalista, tenho 36 anos, 12 deles passados no aprendizado diário das redações. São 12 anos de muito trabalho, de conquistas e de frustrações inerentes a qualquer trabalhador. Comecei a trabalhar no Estado de Minas em maio de 2003 e permaneci até o dia 08 de fevereiro de 2010, quando recebi sem nenhum aviso anterior minha carta de demissão por justa causa. Motivo: improbidade.
Não recebi sequer uma explicação convincente do que teria feito. Somente umas poucas palavras de meu editor de fotografia que, educadamente, me disse: "Releia seu blog". Só. Do editor de fotografia, fui até a sala do editor-chefe que, também educadamente, me disse que eu poderia ter dirigido as críticas a ele, em sua sala, mas não postá-las na internet, o que me deu a justa causa.
O fato é que não critiquei ninguém, não cito nomes ou faço juízo de alguma pessoa em meu humilde blog. Apenas critico posturas, falo sobre minhas frustrações, sobre fotografia e sobre a mídia em geral. Agradeci aos dois pela oportunidade que me foi dada de aprender algo na minha experiência como profissional e fui embora. Sem dinheiro algum, mas com dignidade. Claro que saí ferido, sem chão, mas acredito em algo maior, em pessoas que têm compromisso e que sabem quem eu sou, o que fiz, e o que posso ainda, fazer, tendo opinião e senso crítico.
Alerta máximo
Fui alvejado num paredão de fuzilamento moral por ter um blog (que, sinceramente, não é lido por mais que três pessoas) e por nele postar observações minhas a respeito do jornalismo, da postura dos jornais, dos acertos e dos erros inerentes ao homem. Critiquei algumas posturas, elogiei outras e fui carimbado como gado com a justa causa, marca que ficará por um tempo pairando na minha cabeça.
Me admira o retrocesso e a arrogância de um jornal que demite um funcionário desta forma pelo fato de pensar. O que se devia esperar de um jornal era a liberdade de expressão, e não o cerceamento de pensamento. Deixei tudo lá, mas saí com minha consciência tranquila.
Vou recomeçar do zero minha jornada e não vou me calar. Espero que a liberdade não dê lugar à censura. Espero que este erro abominável seja reparado e que eu possa, antes de tudo, ser uma pessoa que pensa e que respira. Vou recorrer a tudo o que for possível para ter os meus direitos de volta. Não falo de dinheiro, mas sim, de moral, ética, independência e humilhação. Se censuram um blog hoje, o que farão amanhã?
A única coisa que me lembro dos anos de ditadura foi quando morava em Brasília, nos idos de 1979, e tinha que colocar o nome do general Figueiredo em todas as minhas provas no colégio. No mais não me recordo desse período nefasto. Mas, como num flash, me recordei desses tempos. Espero acordar deste pesadelo e seguir em frente com a cabeça erguida diante dos acontecimentos tão mórbidos e injustos pelos quais estou passando.
Espero que meu calvário sirva de alerta máximo a todos, pois fatos como esse não podem acontecer em pleno Estado Democrático de Direito.
Emmanuel Pinheiro Trabalhando na 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em 2008.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Os direitos e acordos da Kodak
A investigação está a cargo da Comissão Internacional de Comércio dos Estados Unidos (ITC).
Mas parece que a Kodak não quer tanta briga. A empresa já tinha acionado outro fabricante, a Samsung, pela quebra da mesma patente. A infração foi Julgada e confirmada também pelo ITC. Tudo terminou com um acordo de cruzamento de licenças. A Samsung pagou para encerrar o processo e agora pagará royalties à Kodak.
A Kodak divulgou tentativas de acordo semelhante com as duas “atuais” processadas, sem sucesso. Apple e Research in Motion também não falaram sobre isso à imprensa.
Aproveitando, a Kodak afirmou que possui mais de mil patentes relacionadas a tecnologias de imagem digital. Com informações do site IDG Now!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Por um fotojornalismo contaminado
A revista Bravo de Julho de 2002 traz na capa: “Retrato do Brasil – Uma série de exposições revela o perfil histórico e a arte da nova fotografia do país”.
Com o título “Documento e Contaminação” a matéria revisava a inserção gradativa da fotografia brasileira em museus e circuitos de arte.
Na ocasião, cinco grandes exposições simultâneas davam destaque àquela temporada. A maior delas era a do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), que selecionara 100 obras da produção nacional da década de 40 até o ano de 2000.
O texto assinalava que o primeiro museu brasileiro a “abrigar fotografias”, foi o Museu de Arte de São Paulo (MASP). Em 1948 o MASP promoveu a primeira exposição individual de um fotógrafo, o Húngaro Thomaz Farkas. Em 1991 o mesmo museu “passou a colecionar fotografias de forma sistemática”, criava então a famosa Coleção Pirelli.
É mais do que uma revisão histórica. Pedro Karp Vasquez , o autor do texto, observa as escolhas das referidas coleções falando da “ênfase dada à produção mais recente, daqueles autores que trabalham com a expressão fotográfica ‘contaminada por outras modalidades artísticas’”.
Na esteira disso, Karp ainda faz constar: “cumpre observar, no entanto, que no campo da fotografia documental e jornalística, ainda não se verifica a mesma abrangência dada a fotografia “contaminada”. Segundo ele, ficaram de fora nomes importantes, de revistas como O Cruzeiro (dessa ele citou Flávio Damm, entre outros), da Realidade (Walter Firmo), além de outras gerações de Veja e Isto É.
Não sobre a ausência dos nomes, já que as referidas coleções estão sempre em construção, mas sobre o que ficou intrínseco no apontamento de karp, pode-se, atualmente, refletir sobre a contaminação que o fotojornalismo está sofrendo.
Percebe-se, cada vez mais, tanto em coletâneas, como nos blogs de fotojornalismo e mesmo nas páginas da imprensa (ainda com alguns obstáculos), um fotojornalismo mais criativo e inventivo do que nunca. Não no sentido de distorcer, mas no de ultrapassar a documentação. Não para “mudar” a realidade reportada, mas para dar extensão ao pensamento sobre ela.
Um bom exemplo é a edição de 2009 da Biblioteca Fotografe (Editora Europa), “O melhor do fotojornalismo Brasileiro”. A edição de 2010 já estaria no prelo, segundo rumores. Ali o leitor pode ver um fotojornalismo totalmente incrementado pela percepção de um “mais”, seja na captação ou na escolha das imagens.
Folheando o livro, observa-se o típico do fotojornalismo: precisão, senso de oportunidade, esforço para obter o melhor ângulo, sorte e outros talentos, mas sobretudo existe, com o passar do tempo, maior esforço e consciência de dizer além, de despertar raciocínios e de remeter à outras mensagens. Bela contaminação.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O culto ao P&B
domingo, 14 de fevereiro de 2010
10
Comparar com centros de carnaval mais rico é inútil e injusto.
Vi carnavalescos com ansiedade e brilho nos olhos. Vi muita gente desfilando contente.
Passou a não me interessar tanto à exuberância e o custo de um carnaval. Se para quem estava na avenida era legítimo, ou mesmo se um só daqueles sambou de verdade, independente de onde estava então a passarela da Cândido de Abreu é 10.
Depois de muito tempo, novamente gosto de carnaval. Salve o samba.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Resultado
Com a imagem “Megaramp”, Daniel ficou com o terceiro lugar na categoria Esportes de Ação. Veja a imagem.
Centro aberto
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Prêmio Syngenta
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Syngenta de Fotografia 2010. Podem participar os amadores e profissionais. O tema é “Dar vida ao potencial das plantas”.
O objetivo é incentivar a fotografia do que a empresa chama de agricultura moderna. Valem imagens de paisagens, plantas, tecnologias e comunidades.
Serão premiadas, em dinheiro, as seis melhores imagens – três de fotógrafos de fora e três de funcionários da Syngenta. – A Canon é a patrocinadora.
As inscrições terminam em 20 de junho.
Em tempo
Completando 10 anos no Brasil, a Syngenta tem uma mancha na sua fotografia. Em 2006, a multinacional foi acusada de cultivar, ilegalmente, sementes transgênicas de milho e soja, crime ambiental constatado pelo IBAMA, que aplicou multa na época.
Quem denunciou o cultivo ilegal foi a Via Campesina, entidade ligada ao MST, formada e organizada por camponeses que têm como bandeira, sobretudo, a reforma agrária. Um integrante da Via Campesina acabou assassinado por um segurança contratado pela Syngenta.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
20 anos do Photoshop
domingo, 31 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Viajem sem volta
A edição de janeiro da revista de História da Biblioteca Nacional traz na capa: Fotografia – uma viajem sem volta. O ensaio de Maria Inez Turazzi trata da expedição que trouxe o daguerreótipo ao Brasil, há 170 anos. Mais
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A Melhor de 2009
domingo, 10 de janeiro de 2010
Impossível
Em outubro de 2009, num anúncio de uma grife americana, a modelo Filippa Hamilton teve o quadril tão afinado que fez muitos críticos gritarem. Faz menos tempo a atriz Demi Moore ficou tão mais nova que revoltou gente de 8 a 80.
Essas duas polêmicas são lembradas no artigo de Paulo Roberto Visani Rossi, “O Photoshop e o direito autoral”.
É um texto breve e que pincela bem sobre a lei de direito autoral no Brasil. Leia
Outra Demi Moore



Anti-propaganda
O blog faz pensar sobre a eficiência dessas campanhas. "Quando um fumante é executado em outro anúncio anti-fumo, muitas vezes, a reação é - 'Sim, talvez ela é legal, mas não vai me fazer desistir.' "
Entretanto, o autor diz acreditar na possibilidade de um dia, com o acúmulo de mensagens, o fumante vir a se conscientizar. Ainda de acordo com o Bored Panda, essa mudança de hábito dificilmente será atribuída a propaganda contrária ao tabagismo.


sábado, 9 de janeiro de 2010
A crítica sobre Caro Francis
Estreou ontem, dia 8, nas salas de São Paulo, o documentário Caro Francis, de Nelson Hoineff. A partir de 22 de janeiro o doc será exibido no Rio de Janeiro e, tomara, em outros estados do país. O filme remonta a trajetória do lendário e contraditório jornalista Paulo Francis, por meio de muitas imagens de arquivo e vários depoimentos de gente conceituada.
Tratando sobre Caro Francis no cineweb, a crítica Neusa Barbosa fez observações rígidas sobre o filme: “Hoineff tem um problema sério para abordar este personagem, inegavelmente um bom tema para um documentário: é, declaradamente, amigo de Francis e isto interfere além do que seria razoável na condução do filme”.
Outro crítico que se referiu à amizade entre o documentarista e Paulo Francis foi Luiz Carlos Merten, do Estadão. O diretor Nelson Hoineff teria lhe confessado: "Nunca consegui estabelecer o que seria o limite entre o personagem e seu intérprete. Todo mundo é multifacetado, mas o Francis era mais. E ele era 100% consciente da persona que construiu no jornalismo impresso e na TV”.
Pablo Vilassa, do site cinema em cena, comenta a escolha do diretor em privilegiar elogios e simpatias ao personagem principal: “Se há um problema com Caro Francis, aliás, é a visão unilateral que oferece sobre seu protagonista: as críticas feitas ao sujeito são poucas e, quando surgem, ganham poucos segundos, sendo imediatamente substituídas por longos minutos com extensas defesas.”
Veja o trailer




















Foto: Guilherme Artigas







