sábado, 10 de outubro de 2009

Esquadrilha

Céu de brigadeiro no sabadão que deu início ao feriado. A esquadrilha da fumaça esteve reconhecendo os ares Curitibanos. Dia 23 de outubro é comemorado o dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira.





Fotos: Guilherme Artigas

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Visages

O fotógrafo e cineasta Eduardo Baggio abre no dia 14 de outubro, 19:30, a exposição Visages. São fotografias captadas entre 2007 e 2009, que retratam situações cotidianas. O foco temático são as janelas presentes nas cidades de Nápoles, Lisboa e Madri. As fotos permanecem expostas até 13 de novembro, no Omicron Centro de Fotografia, na Rua Padre Germano Mayer, 2200.


Mais sobre Eduardo baggio:

Descomplicando a teoria do cinema documentário

Amadores do futebol

Roubada a vista


Tem sido noticiado o anúncio da Columbia Pictures, sobre o longa metragem que irá focar o caso de amor entre os fotojornalistas Robert Capa e Gerda Taro. Será uma adaptação do romance Esperando Robert Capa, da espanhola Susana Fortes. O diretor será Michael Mann. Não foi divulgado quando o filme começa a ser rodado.
Por força de hábito, o projeto tem sido divulgado como “um filme sobre Robert Capa”. Mas é bem possível que a personagem Gerda Taro roube a cena.
Primeiro por que Gerda voltou ao noticiário recente. Em julho deste ano foi revelado ao jornal espanhol El País, o nome do homem que a matou. Aníbal González era o soldado que conduzia o tanque que atropelou a fotógrafa, quando ela cobria a Guerra Civil Espanhola, conflito que Gerda e Capa registraram juntos.
Segundo, porque a memória de Robert Capa enfrenta atualmente um tipo de hora H, do histórico questionamento sobre a “veracidade” de alguns dos seus instantâneos.
“O soldado caindo”, fotografia que gera polêmica há décadas, está cada dia mais encoberta pela sombra de uma possível encenação, ato que representa a morte do fotojornalismo. Outras fotos de Capa sempre estiveram sob essa suspeita.
Se toda a história de amor aparece mais, a individual de Gerda já tem seu romantismo. Nasceu na Alemanha, em 1910. Saiu do país no início da dominação nazista. Participava da resistência ao nacional-socialismo. Depois de presa em 1933, durante uma manifestação anti-nazi, foi morar em Paris.
Lá conheceu o fotógrafo André Friedmann, que mais tarde mudaria o nome para Robert Capa. Apaixonaram-se.
Em 1936, com a explosão da Guerra Civil na Espanha, o casal rumou para uma saga que somava a paixão pelo fotojornalismo com o ativismo político de ambos. Gerda morreu pouco tempo depois, em julho de 1937.
Para muitos ela foi uma mártir antifascista. Seu trabalho teve grande espaço e repercussão na imprensa francesa de esquerda.
Juntos
Seria mesmo difícil contar as histórias separadas. Além de um romance, Robert Capa e Gerda Taro mantinham um forte laço profissional.
Depois de alguns anos fotografando em conjunto, chegaram a assinar reportagens e fotos como Capa e Taro. Nessa fase os dois fotografavam em formatos iguais, o retangular, 35 milímetros.
Num período anterior até podia-se saber de qual dos dois era o trabalho. Capa já usava câmeras Leica, com formato retangular, Taro fotografava com uma Rollei, com formato quadrado.
Sejam quais forem esses detalhes, é importante lembrar que se os dois fizeram fama juntos, nos casos em que, possivelmente um encenou poses, o outro ajudou.
Pseudônimos
A exemplo de Robert Capa, o nome dela também não era Gerda Taro, e sim Gerda Pohorylle.
Mais sobre Robert capa:

Pensamento

"Nesse, como em outros anos que fotografei a parada gay, observo que há um sectarismo entre as moças lésbicas e os moços homossexuais. Os 'moços' dominam mais os espaços. Sobem nos caminhões, fazem de tudo para anunciar seu "cheguei", dançando e se divertindo muuuuito. Já as moças, se concentram nas praças. São sisudas, vestem roupas de guerrilha e estão sempre engajadas em uma causa da hora, além do preconceito". Veja fotos e o texto na íntegra.

of Brazil


O que seria o verdadeiro espírito brasileiro? Amplo. Esse poder de síntese inspiradora, que tem a fotografia, dá brechas para esse tipo de pergunta.
Respostas criativas estarão na exposição Spirit of Brazil, versão brasileira de um evento promovido pela revista inglesa Dazed and Confused. É uma publicação criada em 1991, que tem na experimentação e no anticonvencional, o seu princípio de conteúdo. Confusão da melhor qualidade, como alguns críticos sacaram.
A Spirit of Brazil reúne vários gêneros da fotografia e profissionais, do Brasil e de fora. Entre os brasileiros, nomes como Evandro Teixeira, João Hurban e Walter Firmo. O inglês Martin Parr, conhecido como "o fotógrafo dos ricos", é um dos gringos que participam.
A exposição é no Rio de Janeiro, a partir de 13 de outubro. A realização é da Litmedia Productions.

Correlatas:
Veja um vídeo sobre o trabalho de Martin Parr

Mais sobre a Dazed and confused

Esse é o número 178, o mais recente da Dazed. A capa traz uma tendência da hora, inspirada no célebre Frankenstein.
O verbo to daze, significa confundir, no sentido de não impor padrões e questionar os que estão vigentes. A revista é ultra reflexiva. Lá pelos idos de 2000, uma edição abordou o individualismo, um tema central na sociedade de consumo e característica que ganhava força maior na virada do século. Narcisism issue e I love me, é o título. Esse número trouxe um editorial da fotógrafa Tary Simon, já famosa por seus inúmeros autoretratos. Um tipo de idéia fixa pelo eu.


Foto: autoretrato de Tary Simon

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Retrospectiva 2 - Veja

Na edição de outubro de 2007, a jornalista Isabela Boscov comenta na revista Veja, o sucesso de Tropa de Elite, do diretor José Padilha: “Hoje, de Cidade de Deus e Carandiru a Cidade dos Homens, a vida do crime, ou de quem existe na sua proximidade, permanece talvez o maior tema do cinema nacional. Tropa de Elite é uma exceção no empenho em observar o caos brasileiro por um prisma diverso”.
A comparação com lançamentos recentes que abordaram a violência urbana nas grandes cidades brasileiras já era óbvia. Contudo, no seu texto Abaixo a Mitologia da Bandidagem, Isabela investe em outras associações: “Tropa de Elite não rompe só com a tradição nacional de narrar uma história do ponto de vista do bandido: rompe com a visão pia e romantizada do criminoso”.
A argumentação da jornalista é munida de analogias encontradas entre cenas do filme e um discurso habitual de uma corrente do cinema nacional que estaria, nas palavras dela, sempre a “mitigar a opção pelo crime em face da pobreza e ‘alivia’ o bandido mesmo quando não haveria o que aliviar”.
Boscov ainda se refere ao início dessa romantização do crime, que teria começado já nas décadas de 60 e 70 por meio de filmes como O bandido da Luz Vermelha e Lúcio Flávio – o passageiro da agonia.
Para ela Tropa de Elite estaria na esteira de Cidade de Deus que começou a desmentir os padrões do criminoso vitimado e de índole apenas desgastada, não ruim. Esse rótulo do bom bandido, porém, seria restaurado “com veemência” por Hector Babenco em Carandiru.
Numa entrevista a revista Bravo de abril de 2003, Babenco disse: “Se você deixar crescer os sobreviventes de Pixote, vai encontrá-los em Carandiru.”

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Retrospectiva 1 – A Revista Bravo

Foto: Divulgação /Salve Geral

“O fim do tiroteio, ainda bem.” Assim a revista Bravo, na sua edição de outubro de 2009, começa a se referir a Salve Geral, filme dirigido por Sérgio Rezende. O texto de André Nigri continua rígido: “Ninguém aguenta mais filmes de favela e violência”.
A matéria aponta o desgaste de um ciclo de mais de dez anos, nos quais o cinema brasileiro voltou-se para a criminalidade urbana. Um período ao qual pertencem as maiores bilheterias, os orçamentos mais gordos e as maiores repercussões da história do cinema nacional: Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, Carandiru de Hector Babenco e Tropa de Elite, de José Padilha. Segundo a Bravo, esse subgênero estaria dando “claros sinais de fadiga”.
Mesmo no auge, essa vertente nunca passou fácil pela goela da revista. Recordando a edição de janeiro de 1998, pode-se observar que a Bravo já dava o tom de desconfiança que iria pautar quase todo o trajeto de crítica sobre esses filmes.
A matéria de capa tratava de um grupo que se organizava em torno da estética da criminalidade e da violência, através da Conspiração Filmes. Uma produtora do Rio de Janeiro, “dirigida por uma turma de jovens bem nascidos e bem educados, de famílias famosas no circuito cultural, a começar por José Henrique, filho do escritor Rubem Fonseca".
José Henrique Fonseca iria começar a rodar em abril daquele ano, o filme “O Homem do Ano”, adaptado do livro O Matador, de Patrícia Melo. A história é de um jovem pacato que aos poucos se torna um assassino justiceiro do bairro onde mora.
Num Box ainda consta: “Cláudia Abreu, José Henrique Fonseca e Patrícia Melo são a face mais visível de um grupo de artistas e produtores que pretende imprimir uma cor nacional ao veio da violência aberto por Quentin Tarantino e Danny Boyle”.
O clima era mesmo de início de fase. Cacá Diegues lembrava num artigo ao lado que, “Todo mundo sabe que o cinema brasileiro sempre viveu de ciclos mais ou menos curtos que se abrem com grande euforia e acabam se fechando debaixo de grande crise e extrema melancolia”.
Desde esse número, passando por todos esses anos, a Bravo procurou conter essa euforia e sempre propor o fechamento do Tiroteio.





Já em abril de 2002, sobre O Invasor, de Beto Brant, a revista concretizava a sugestão de que havia, sobretudo, ingenuidade na maioria das produções do gênero: “Filmes como O invasor, mostram um desconhecimento básico das nuances e das contradições que existem entre os bem postos na sociedade, de como se dão as tramóias políticas e de favorecimento, de como vive a acossada classe média e, finalmente, do perfil daqueles miseráveis que optam pelo trabalho degradante ou pela violência”.
E continua: “representa apenas o ápice de um tipo de cinema que, amparado numa produção literária, há anos vem procurando, com maior ou menos eficiência, dar conta da realidade do país. Nessa evidente dificuldade, o que se acabou cristalizando foi um gênero que simplesmente imita o imaginário coletivo, hesitante entre o mero entretenimento de suspense e o denuncismo vazio”.




Serão publicados mais três posts, recordando o olhar da imprensa, sobre o tiroteio dos últimos anos, nas telonas do país.

Segredos

O jornal da Globo abordou alguns recursos, "segredos", usados nos vídeos brasileiros para as eleições da sede das olimpíadas de 2016. Assista.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

La ciudad de los fotografos

La ciudad de los fotógrafos é um documentário dirigido por Sebastián Moreno, lançado em 2007. O filme recorda a saga dos fotógrafos que registraram os protestos e a resistência à ditadura do General Pinochet, no Chile. O governo ditatorial começou em 1973, depois da deposição de Salvador Allende. Terminou em 1990.

URBE

Foto: Juliano Macedo - vampire

MST vídeo

Foto: Guilherme Artigas
Durante o programa de formação da APP-Sindicato, realizado entre 2 e 4 de outubro, o MST exibiu aos participantes um vídeo sobre sua proposta pedagógica, na alfabetização e formação de ideologia das crianças que vivem nas comunidades organizadas pelo movimento. Leia Mais

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A viva mais sexy


A atriz Kate Beckinsale foi considerada a mulher viva mais sexy da atualidade. O título foi dado pela Esquire, uma das mais tradicionais revistas de comportamento dos EUA. A edição de novembro traz Kate na capa.
Semanas atrás, na Califórnia, a atriz estava sendo fotografada por um grupo de paparazzi, enquanto escolhia quadros para decorar sua casa. Mais incomodado que a musa, o dono da loja exibiu um quadro taxativo.


Brasileiro Latino

Começou hoje, 5 de outubro, o 4.º Festival do Paraná de Cinema Brasileiro Latino, no Museu Oscar Niemeyer. São 22 produções que concorrem, em 20 categorias, ao prêmio Araucária de Ouro, de Melhor Filme e Melhor Direção.
O festival também promove a Mostra Paranaense de Cinema, que traz três longas e sete curtas metragens.
Um dos destaques do festival é o documentário Helmuth Wagner – A Alma da Imagem (cartaz). O filme trata da vida e obra do fotógrafo catarinense Helmuth Wagner, radicado no Paraná. Ao longo da vida, ele registrou fragmentos da cultura e da natureza do estado, fotografando pontos que já não existem mais, como é o caso das Sete Quedas do Iguaçu. O documentário tem 50 minutos. A direção é de Ingrid Wagner e Fernando Severo. Quem assina a fotografia é Beto Carminatti.

Por um museu sustentável

O Shopping Mueller, em Curitiba, dá início a mostra Mitos & Ícones, assinada pelo artista plástico e ativista ambiental Thiago Cóstackz.
São releituras de obras clássicas da arte universal, compostas com materiais reciclados.Onze personalidades foram escolhidas para serem fotografadas. Carolina Dieckmann reinterpreta a Vênus de Milo, de Alexandros da Etiópia (130 a.c). Trata-se de uma famosa estátua grega que representa Afrodite, a Deusa do amor sexual e da beleza física. É mais conhecida como Vênus, seu nome romano.
A Top Model Fernada Tavares representa o Nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli. Um célebre pintor renascentista, nascido em Florença, na Itália.
O objetivo de Thiago Cóstackz é percorrer o Brasil fazendo uma campanha pela fundação do primeiro Museu de Arte Contemporânea e Sustentável do mundo, o qual teria sede no Rio Grande do Norte.


Carolina Dieckmann reinterpreta a Vênus Milos

A Top Model Fernada Tavares representa o Nascimento de Vênus

domingo, 4 de outubro de 2009

Um especialista e um coletivo


A Photo Magazine de outubro e novembro mostra o trabalho de Fábio Colombini, um fotógrafo especialista na biodiversidade brasileira. Também aborda uma atitude rara entre a maioria das pessoas que trabalha com fotografia: descartar a assinatura. Trata-se da Cia de Foto, um coletivo que se marca pelo desapego ao ego e a autoria. Qualquer das fotos é sempre creditada ao grupo. Leiamos. Já pelas bancas.

sábado, 3 de outubro de 2009

simplão


Foto: Guilherme Artigas

Caixola 2009

Estão abertas as inscrições para a 3ª Edição da Mostra Caixola - Projeções Audiofotográficas. A regra básica é associar duas formas de linguagem, a sonora e a imagética. São as chamadas narrativas fotográficas. Um excelente exercício, para todo o tipo de fotógrafo ou comunicador. Inscrição e melhores detalhes, clique.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Tudo o que temos



Se os jogos olímpicos vão ao Rio de Janeiro daqui a oito longos anos, óbvio que nesse intervalo haverá exagero nas Ilusões, expectativas, questionamentos. Sobretudo, abundância de piadas, oportunismo, ironias, repetições. Tudo.
Sendo assim, quase nada sobre o assunto irá repercutir aqui. A decisão faz lembrar uma capa da revista Trip, de 2000: “Exclusivo, absolutamente nada sobre as olimpíadas”.
Bem mais de acordo com este blog é observar a repercussão dos vídeos que apresentaram o Rio na disputa. Os oficiais são da O2 Filmes, a maior produtora do País, de Fernando Meirelles. Ele está para o cinema brasileiro como Paulo Coelho está para a nossa literatura. Coelho também participou no lobbye a favor do Rio. Pelé estava na parada. A regra mandou que tudo de muito bem sucedido no Brasil se unisse. A popularidade de Lula foi a camisa 10.






O vídeo Paixão, dirigido por Nando Olival, Renato Rossi, César Charlone e Rodrigo Meirelles, marcou o encerramento do Jornal Nacional. A novela começou logo depois com a bossa: sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão. Tudo ao estilo Global de sentimentalismo ISO 9000.
Outro que trocadilhou bem foi o portal UOL: “Rio usa 'paixão' para tentar ser sede da Olimpíada”.
O jornal Correio Brasiliense, no texto de Luiz Roberto Magalhães afirmou que o repertório áudio visual do Brasil teve “maior profissionalismo e qualidade técnica que Chicago e Tóquio”. Ainda comentou: “os eleitores assistiram a um vídeo de Fernando Meireles chamado Unity, em que pessoas de várias partes do mundo passeavam pelo Rio e se deslumbram com a beleza da cidade e o calor humano de seu povo, terminando em emocionantes anéis olímpicos humanos na areias cariocas”.
Mas são os comentários dos leitores que formam o grande mosaico vivo do jornalismo digital. Sobre o vídeo, alguns:

Um bem comum
odillycampos22 - Realmente o vídeo ficou lindo. É de impressionar qualquer comissão julgadora. Mas eu queria saber por que não mostraram a realidade mesmo do Rio de Janeiro.
Outro mais objetivo e menos crítico
Meirechicca -Maravilhoso, muito bem feito, mostra a nossa cultura.
De repente uma leitora responde:
TeresinhaQueiroz -Nossa Lucca!!!Como você é amargo.Sou paulistana com muito orgulho de todo o meu país!
O Lucca havia dito:
luccasilva2009 - que bosta!!! Com tantas cidades melhores...Será que os cariocas vão agradecer ao presidente Lula com vaias como fizeram no Pan? Vamos lembrar que trabalhar não é o forte dos mesmos.Quanto ao vídeo, bem fraquinho, aquém da capacidade publicitária Brasileira.
Um mais simples e direto:
Stella -Muito emocionante.

O comentário de Stella diz tudo. Emocionou. Alguns trechos em Paixão, esbanjam a arte de montar um filme numa crescente de empolgação: um pessoal fazendo um tipo de Yoga no Museu de Arte moderna de Niteroi, corte seco para uma manobra extrema de surf (saúde + radicalidade), segue com garotos jogando futebol na praia, corte para uma tomada panorâmica do Maracanã lotado, a música Cidade Maravilhosa, um hino do Rio, perfeitamente casada com movimentos sincrônicos da torcida do flamengo, claro. Ritmo e sequência que progridem até um clímax perfeito.
Nos jogos de 2016, o primeiro ouro do Brasil foi no cinema.




Fotos: site da O2 Filmes

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Pensamento

“Eu tinha quatro anos quando vi o primeiro filme projetado por um padre, nas santas missões, na parede de uma igreja. O filme mostrava o caminho do céu e o do inferno. O do céu era cheio de abismos, de dores, de sofrimentos. O do inferno era cheio de prazeres, de mesas fartas, de mulheres bonitas. Nós, crianças pobres, depois desse filme, nunca mais deixamos de sonhar com o caminho do inferno”.
Rosemberg Cariry, cineasta cearense em entrevista a revista de Cinema


Divulgação

Melhor de setembro

Vote na  melhor imagem de setembro no blog fotojornalismocuritiba. Neste mês partcipam os repórteres fotográficos Luciano Sarote, Heuler Andrey, Allan Nascimento e Fábio Alexandre. Clique

DOC atômico

Depois de produzir um documentário sobre o presidente Venezuelano Hugo Chávez, o cineasta Oliver Stone quer investir em um doc sobre Mahmoud Ahmadinejad, o polêmico presidente do Irã.
No Festival de Veneza, onde exibiu South of the Border (doc sobre Chávez), Stone falou sobre as negociações com Ahmadinejad, que estariam acontecendo desde 2007.

URBE

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Se recuperando

Foto: Enric Marti/AP

Segue uma amostra do trabalho do Espanhol Emilio Morentti, repórter fotográfico da Agência AP. Morentti foi ferido no Afeganistão, no início de agosto de 2009, num ataque ao comboio militar que ele acompanhava. Teve um pé amputado.
Junto com ele, também se feriu com menos gravidade, o cinegrafista Andi Jatmiko.
Emilio Morentti vive um drama parecido com o que registrou no Oriente Médio nos últimos meses. Em maio deste ano, foi premiado num prestigiado concurso de fotojornalismo da Espanha, pela série "Violência do género no Paquistão". São retratos de mulheres paquistanesas que sofreram ataques com ácido.
Já no fim de agosto, Emilio estava se recuperando bem, e já fotografando.

Essa é da série Violência do género no Paquistão


Fotos: Emilio Morentti

Pensamento

"A fotografia digital jogou no mercado um grande número de pessoas que pensam que fotografia é só apertar um botão. Qualquer um pode pegar uma câmera e se dizer fotógrafo. Podemos identificar essa realidade na qualidade dos álbuns entregues aos clientes. Outro fator é que muitos laboratórios fotográficos estão entrando no mercado como concorrentes, onde os fotógrafos são os próprios balconistas que fazem um bico de fim de semana nos eventos”.

Gilson Lorenti, colunista do site Meio Bit, num artigo sobre “como se tornar um profissional em fotografia. Leia mais

Me mostra no paço

Na quarta (30), as 19h no Paço da Liberdade, em Curitiba, será realizada a sessão de setembro do MeMostra! É uma mostra de filmes independentes, promovida desde 2006, pela Cooperativa Cinematográfica Photon Filmes.
Será a centésima exibição do evento. Serão exibidos os filmes: Na rota do comboio cultural de Ivy Goulart; Faxinais: uma história de luta e amor à terra de Priscila Ernst; Vida de balcão de Luciano Coelho e Casamenteiras de Tati Costa e Daniel Choma. O ingresso custa 4 pilas.
A informação é do portal paranaonline.

Recall

No dia 16 de Setembro, a Nikon divulgou oficialmente um problema com as câmeras do modelo Nikon D5000. São defeitos relacionados com a bateria. A empresa informou que divulgará a lista dos números da série que terão que passar pelo recall. A lista estará aqui.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

FM nas bancas


A expectativa é dos inscritos no Concurso Leica-Fotografe 2009. Serão divulgados os premiados e as 122 melhores fotos.

youtube - Favorável aos sortudos

Sara/divulgação

Sara Pollack, a gerente de marketing de entretenimento do YouTube, estará no Rio de Janeiro para dois eventos. No Rio Seminars, ela participa da mesa sobre novas mídias, no dia 1º de outubro. Falará das parcerias que o You Tube mantém com cineastas e empresas do cinema. O incremento dessas atividades é prioridade.
O programa de parcerias é aberto a qualquer usuário que possa preencher a série de requisitos. Numa entrevista à revista Digital, do jornal O Globo, Sara comenta o assunto. “Nossa meta é flexibilizar o programa, diferenciando o cineasta que produz regularmente do novato que dá sorte e publica um vídeo que se torna viral e explode na rede. Estamos descobrindo como beneficiar esses que viram um fenômeno repentino no site”. Mais

Disponível

18o libras são 196 euros. É o preço de uma fotografia com Tony Blair. Desde que deixou de ser o primeiro ministro britânico, ele tem arrecadado muito dinheiro em conferências e grandes reuniões pelo mundo. Segundo o jornal Diário Digital, na “Cimeira Económica Regional de British Columbiano, evento realizado no Canadá, Blair estará disponível para 100 fotografias.